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quinta-feira, 15 de março de 2012

Dia da Poesia na Escola Encontro

Na manhã de hoje, tive a satisfação de bater um papo gostoso com a crianças da Escola Encontro sobre poesia (o dia da Poesia foi ontem, 14 de março). Neste colégio, onde minha filha estuda, há um projeto bem interessante de desenvolvimento de habilidades que inclui a formação do hábito da leitura e da redação criativa. Creio que muitos talentos poderão surgir daqui.

Após breves comentários a respeito do gênero poesia, já trabalhado em sala de aula, interpretei para os pequenos (da 1a a 5a série): "A banana", de Sônia Carneiro Leão; "Trem de ferro", de Manuel Bandeira; e "O menino jogando pião", do cordel Nossa Gente, de minha autoria.

Foi incrível! Eles também fizeram belas apresentações: alguns com suas próprias poesias, declamação em coletivo e representações de "Ou isso ou aquilo" e "A bailarina", de Cecília Meireles e, por fim, uma bela homenagem cantada às mulheres, já que neste mês se comemora o Dia Internacional da Mulher (8 de março), com os meninos cantando "Garota de Ipanema".

Dia desses terá mais... Ah, ao final de tudo, depois de responder-lhes algumas perguntas pessoais (de como me tornei escritor, sobre a inspiração etc.), ganhei um monte de abraços e "toque aqui". Quantos olhinhos brilhantes... Preenchi com um pouquinho mais de alegria o meu dia.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Antologia de Poetas Lusófonos



Queridos amigos,

Que satisfação receber os exemplares da III Antologia de Poetas Lusófonos, editada em Leiria, Portugal, pela Folheto Edições e Design. Ficou simplesmente impecável!Que linda capa, que cuidado nos mínimos detalhes! Dá gosto de participar de um projeto assim. Somos, ao todo, 98 poetas de onze países, dos cinco continentes.

O proêmio (ou proémio, em bom português de Portugal) coube a Arménio Vasconcelos, Presidente da Academia de letras e Artes Lusófonas, que celebrou o congraçamento dos distintos cânticos em nossa língua-mãe, o que nos torna todos irmãos, posto que, por esta razão, inteligíveis a cada um de nós onde quer que estejamos.

Participei com duas poesias escritas em tenra juventude, a saber: Premonição (de 1989) e Contemplação (de 1988). A primeira versa sobre a devastação do meio ambiente (em um tempo que mal se falava da questão). A segunda, por sua vez, trata da imensidão e da beleza do mar, que sempre me fascinou. Afinal, nasci e fui criado nas areias das belas praias de João Pessoa, Paraíba.

Ah, antes que me esqueça: o ISBN da publicação é 978-989-8158-84-0 e quem desejar conhecer um pouco mais da Folheto e de suas publicações, por gentileza, visite http://folhetoedicoesdesign.blogspot.com ou http://folheto.paravenda.com

Abraços a todos, da terra do frevo e do maracatu, Tonton

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

A causa de la distancia...


Por Antonio Nunes

Mientras no estás junto a mi,

ni, tampoco, cerca de mis cariños,

uso las palabras como plumas

de pajaritos de papel

para que mis sentimientos

lleguen a ti...